Se o seu website existir na internet e ninguém o encontrar, o site existe mesmo?
Tem a certeza?
Todos os dias milhares de sites são criados para informar e satisfazer algumas das necessidades dos internautas que os possam visitar. Há hoje mais páginas na internet do que seres humanos e não é por isso de admirar que a maioria destes sites não tenha muitos visitantes.
O Marketing tradicional aconselha à dispensa de meios avultados para capturar a atenção dos utilizadores. O Marketing de Busca é a alternativa natural e económica: a optimização para motores de busca e a publicidade contextual conduzem até ao seu site visitantes que, não só estão disponíveis para ouvir a sua mensagem, como se esforçam activamente em busca de respostas.
No Marketing de Busca partilho os meus conhecimentos sobre marketing, internet, visibilidade, optimização, motores de busca, anúncios contextuais. Se já investiu muito do seu tempo e dinheiro na sua presença online este poderá ser o investimento importante.
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António Dias. Contacto
Assim de repente, vêm-me à memória a Vodafone, a Superbock e o AEIOU, distintas marcas que neste blog “maltratei”.
A Raquel fez-me chegar esta palermice à minha caixa de correio:
“As marcas estão agora mais expostas a ataques provenientes de blogues. Explicamos, num tema destacado na capa desta semana do M&P, que através de uma boa gestão, as marcas poderão tirar dividendos.”
Isto é o mesmo que dizer que as marcas têm de se defender dos seus clientes, como escreve o Paulo. É não perceber que a marca surge agora como manifestação das experiências com os produtos e serviços.
Deixo algumas sugestões para destaques futuros na M&P, que na linha do raciocínio subjacente, me parece perfeitamente legítimos:
- Como defender as marcas das agências de publicidade.
- Como defender as marcas do departamento de marketing.
- Como defender a Meios & Publicidade dos títulos imbecis.
Adenda: A capa alternativa da Meios & Publicidade enviada pelo dissidentex:

Fevereiro 29, 2008 | Publicado em
Blogs,
Gestão da Reputação
Comentários
LOL … Acho que as sugestões que faz de titulos são interessantes. Como marketeer gosto especialmente da segunda :-). Reservo uma opinião mais completa quando ler o resto do artigo mas na verdade pelo título começaram mal …
António seu terrorista!
A maltratares marcas indefesas, como se o consumidor agora pudesse dizer aquilo que lhe apetece… Isto dos blogs é uma vergonha.
Infelizmente acho que não vou conseguir deitar as mãos a esta edição da Meios, pelo que se depois me puderes enviar um resumo via mail agradeço.
Abraço
LOL! Bom texto, António. Boa síntese, Bruno.
Ontem ouvi um ex-ministro na televisão a dizer que tinha “ido aos blogues” e era tudo uma pouca vergonha. No caso que descreveu até era (uma súcia de fdp com ataques ad hominem em vez de argumentos). Mas aquilo levou-me a pensar que os blogues (os que queiram, evidentemente, lá vou ser acusado outra vez de querer “mandar” pelos meus trolls de estimação) têm de pensar em proteger-se de ministros, ex-ministros, e acima de tudo de marcas e empresas que lhes movem ataques sinistros baseados em pressupostos de pura ignorância.
António: As pessoas que fazem esta revista não primam especialmente pela inteligência.
Contudo, aqui excederam-se, baixando mais um patamar.
O objectivo deve ser o de se excederem no trabalho mental de se tornarem um gigantesco berbequim psicológico que perfura até ao fundo baixando sempre mais e mais o fundo.
Deve ser a mission staement desta revista: baixar o fundo de qualidade que tem e que já é baixo…
As marcas estão mais expostas a ataques vindos de Blogs??
Então e quando as marcas arranjam avençados para se promoverem à conta dos blogs e da audiência dos mesmos?
Aí não se queixam?
Querem ter o bolo na mão e comê-lo ao mesmo tempo?
Ora vão tomar banho ao Tejo…
A propósito de títulos: o deste post é muito bom.
“As marcas estão agora mais expostas a ataques provenientes de blogues”
Somos todos uns terroristas! Valha-me Deus quanta estupidez…
Uma revista de marketing que não percebe rigorosamente nada acerca da importância dos blogs numa “sociedade virtual”, nem sequer devería existir.
A M&P demonstra que afinal é mais uma revistinha de e para engravatadinhos teóricos que vivem presos a conceitos de marketing do tempo da uva mijona.
Cumprimentos e parabéns pelo artigo caro António
Bem me parecia que o segundo título que sugeri não era muito original