Link para Saltar a Intro nos resultados do Google

Google skip intro

Os SEOs e especialistas de usabilidade sempre reagiram contra as páginas inúteis em flash e particularmente contra os monos conhecidos como “splash page” - a página de entrada que não raramente força os utilizadores a esperar minutos para aceder ao site.
Já quase toda a gente percebeu que aquelas belas páginas de entrada em flash não servem para nada senão irritar e consumir o tempo dos utilizadores.

O Google também se terá apercebido disso e decidiu que era tempo de oferecer aos seus utilizadores a possibilidade de saltar a intro, como se pode ver na captura. Se eu fosse designer daria ouvidos ao Google antes de atender ao próximo pedido de um cliente…
(Via Blogoscoped.)

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Comentários

6 Respostas para “Link para Saltar a Intro nos resultados do Google”

  1. helt a June 13th, 2008 12:49

    Acho que é fake…

  2. helt a June 13th, 2008 13:01

    correcção, não é fake, aparece é só na versão em inglês.

  3. diga cultura a June 13th, 2008 16:06

    Entradas em Flash: SEO e utilizadores rejeitam-na…

    Os SEOs e especialistas de usabilidade sempre reagiram contra as páginas inúteis em flash e particularmente contra os monos conhecidos como “splash page”…

  4. jorge a June 13th, 2008 22:10

    os utilizadores detestam os clientes adoram :-)
    a construção de sites em flash e feita para agradar aos clientes não aos utilizadores em muitos casos, e resultados são sempre detestáveis.
    o Flash: 99% Bad de Jakob Nielsen’s continua de actualidade

  5. Nelson a June 16th, 2008 14:59

    Eu acho essas introduções muito irritantes por isso vejo esta medida com bons olhos.

  6. Luis a June 18th, 2008 14:30

    “[...]o Flash: 99% Bad de Jakob Nielsen’s continua de actualidade[...]” <– não concordo com esta afirmação, se é o manifesto que penso que é, superdesactualizado e sem qualquer conhecido por parte de Jakob sobre a tecnologia Flash.

    Quanto a este post, os designers pouco podem fazer. Quem manda são os clientes, que de design, SEO, acessibilidade, usabilidade não percebem patavina. Só querem “coisas bonitas”, o que se traduz por “pimba”.

    No fundo, no fundo, o designer é quase como uma máquina ou software a quem o cliente ordena: “quero isto e aquilo, mais cores e mais animações…”.

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