Gestão de reputação nos Serps e Relações Públicas
A convite do Bruno publiquei no relações públicas um artigo sobre seo como forma de pull PR. Na altura, estava ainda longe de imaginar que o exemplo de que me servi, o Holmes Place, uma organização cuja presença nos motores de busca é suficientemente forte para passar relativamente incólume perante as muitas críticas de que é alvo pela internet, estivesse para ser posto à prova.
Isto porque, entretanto, os clientes do Holmes Place organizaram-se e o caso chegou a vários orgãos de comunicação social. Nos resultados do Google são já visíveis algumas dessas críticas em fóruns e blogs e uma notícia, a juntar à página que já estava. Às críticas a empresa responde com silêncio e invocando a lei em privado aos clientes que reclamam.
A presença nos serps que se degrada a cada dia é consequência directa da falta de tacto da empresa nas suas relações com os clientes e a imprensa. Por este andar, e se nada fizer, a empresa arrisca-se a ver a sua primeira página dos resultados inundada com críticas negativas, e por um largo período de tempo.
A rede de ginásios terá certamente outras prioridades mais imediatas, quando a petição leva já 1300 assinaturas, mas talvez queira a prazo prestar atenção à forma como é apresentada pelos motores de busca.
Comentários
3 Respostas para “Gestão de reputação nos Serps e Relações Públicas”
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Caro António
De facto a gestão do “caso Holmes Place”, por parte dos mesmos não tem sido a melhor. Mas pergunto o que podería ser feito para minorar este problema? Provavelmente a melhor solução sería eliminá-lo dando o “braço a torçer”, mesmo sofrendo as devidas consequências.
Em termos de SEO, não me parece que tal problema os venha a afectar grandemente. Terá concerteza um efeito pernicioso, mas se olharmos a queries do tipo “ginásios em alvalade” e que em termos de buscas serão muito mais frequentes do que a busca pelo nome da empresa (dados de clientes meus comprovam essa teoria), tal problema de má imagem não se coloca.
Cumprimentos
Domingos,
esta e a outra entrada que escrevi no blog do Bruno visam o SEO como ferramenta do marketing tradicional, ao serviço da marca e da imagem corporativa. Não conheço a realidade dos seus clientes mas provavelmente não terão uma marca tão forte como o Holmes. Ou seja, julgo que neste caso é relevante, até porque há uma tendência cada vez maior para os consumidores procurarem informação sobre o produto/serviço/empresa antes de tomarem uma decisão. Os mais elaborados já procuram ” #empresa” critica”, ou como dizem os americanos sucks
Mas pergunto o que podería ser feito para minorar este problema?
Eu, ao domingo, também acerto no totoloto mas diria que se a empresa tivesse seguido atentamente o que se passava no E eF e noutros fóruns onde os seus clientes se foram encontrando e não se tivesse barricado na letra de lei que lhe pode dar direito a subir as quotas em 18% mas que não deixa de ser imoral, a empresa poderia ter reagido a tempo de evitar a escalada.
“Os mais elaborados já procuram ” #empresa” critica”, ou como dizem os americanos sucks”
Ainda não somos tão web savvy, mas para lá caminhamos.
Quanto ao Holmes Place concordo consigo.
Cumps