Twitter no plugin Partilhar
Gostaria que os visitantes do seu blog pudessem twittar os textos do seu blog com um simples clique?
Há já algum tempo que o plugin Partilhar estava a precisar de uma actualização e do Twitter veio a motivação que eu procurava. A nova versão da extensão para Wordpress Share this em português -partilhar chama-se agora Partilhar.
Para lá do Twitter, inclui dois novos sites sociais de língua portuguesa e coloquei o link para o Facebook em posicão relevante (prognóstico: até ao final de 2009 o Fb ultrapassará o hi5.)
O novo nome resolve também o problema das actualizações e confusões com o plugin original. Até à versão anterior da extensão o Wordpress exibia uma “nag” a sugerir à actualização do plugin para a versão internacional, o que deixa de acontecer.
A versão 2.0 do plugin foi testada na última versão do wordpress (2.7). Clique para descarregar.
P.s. :Twitta? Siga-me em http://twitter.com/marketingbusca
O valor relativo de um link no blogroll
Quanto vale um link no blogroll de um blog para subir no Google? Ou no rodapé de um sítio? Muito pouco, a fazer fé no que é reportado nos blogs de SEO.
Nestas coisas há sempre um mas. Vejam os resultados de uma busca pelo nome de um dos blogs portugueses mais mediáticos no google.pt:
Continue a ler: O valor relativo de um link no blogroll
Aumente as vendas de Natal com o Adwords
As vendas de Natal ficaram aquém do esperado, o stock em armazém é uma dor de cabeça? A compra de presentes de Natal pode já ter passado, mas no país vizinho até aos primeiros dias de Janeiro é vindima.
Os comerciantes das áreas fronteiriças sabem disto e estão preparados. Comerciantes de outras localidades, desde que não muito longe da fronteira, também podem atrair turistas espanhóis se usarem as ferramentas correctas.
Em Espanha, ao contrário do que sucede em Portugal e na maior parte da Europa, a troca de presentes decorre pelos “Reyes”, ou seja, daqui a duas semanas. Porque não piscar o olho a “nuestros hermanos” com um bom incentivo para cruzar a fronteira? Por exemplo, um desconto* precoce sobre alguns dos produtos mais apelativos ou um generoso loss leader…
A forma mais simples de atrair especificamente os clientes espanhóis é através do Google Adwords: basta criar anúncios localizados geograficamente para as áreas mais próximas do país vizinho, ou de todo o país no caso das lojas online, tendo por alvo os produtos em promoção.
O anúncio deve conduzir até uma landing page que explique, àqueles que ainda o não saibam, porque as “rebajas de navidad han enpezado en Portugal” e que hajam mapas e informação precisa de como chegar até ao estabelecimento. Não vá o cliente distrair-se com outras ofertas.
A oferta em si terá de ser tal capaz de justificar a deslocação ou a campanha será inútil. No caso das lojas online certifique-se que a mercadoria chegará ao destino atá ao dia 5 de Janeiro e que os custos suportados pelo cliente não ofuscam a poupança.
*Com agradecimento ao Sérgio Matias.
Posters de Natal do MB
No ano passado publiquei aqui alguns postais de Natal um pouco invulgares. Este ano não encontro inspiração para criar nada de novo (sugestões são bem-vindas!) e vejo-me na contingência de pedir emprestados estes posters motivacionais que me proporcionaram boas gargalhadas:
Continue a ler: Posters de Natal do MB
Guia Optimização para motores de busca do Google em Português
Apesar da ampla divulgação neste e noutros blogs, a optimização para motores de busca permanece um mistério para o comum dos internautas e até para muitos webmasters e profissionais. Ainda no outro dia me perguntavam se “alterar o código-fonte para aumentar as entradas nos motores de busca pode ter resultados negativos”, e isto foi informação passada passada pelos webdevelopers.
A informação online sobre SEO é vasta mas está dispersa, desorganizada, desactualizada e frequentemente contraditória. E há muito quem se interrogue se o Google aprova da optimização para motores de busca.
É por isso de saudar que o Google tenha avançado com um guia SEO para iniciados na optimização. O documento foi agora traduzido para o português.
E os links? Não constam da optimização para motores de busca?
Quando o guia SEO do Google foi publicado a primeira crítica que lhe foi feita foi a ignorância do papel dos links. Alcançar sites que se encontram numa comunidade relacionada e evitar pedidos massivos de spam e compras de links é muito pouco, além de vago, para explicar o papel dos links na optimização para os motores de busca.
Links são importantes. Links são muito importantes. Links externos são um factor importantíssimo no posicionamento. Não sei se me fiz entender.
Conseguir links de qualidade requer trabalho, perícia e persistência e nenhum guia o vai preparar para a tarefa. Todavia, ignorar o tema, é permitir que se criem falsas assumpções e que webmasters continuem a laborar em ignorância.
Link para descarregar o guia de optimização do google.
Injecções de links cada vez mais frequentes
As práticas de SQL injection são uma das principais ameaças a quem gere os seus blogs e sites com CMS populares como o wordpress ou o phpbb.
Prevê-se que em 2009 esses ataques aumentem. Para muitos, o primeiro alerta será dado pelas penalizações do Google.
Há alguns meses o Wilson Morgado deu pela descida abrupta dos visitantes dos motores de buscas no seu blog e descobriu spam Spam no Wordpress da Amen.
Haviam sido injectados links na instalação do Wordpress que redireccionavam para um site estrangeiro de venda de medicamentos. O pacote do Wilson não lhe permitia acesso ao script pelo que ele alertou a Amen para actualizar o wordpress (era o 2.0.2!)
A resposta da Amen não foi a esperada:
“Informamos que terá de verificar os links e modificar os mesmos, os Add-Ons são ferramentas gratuitas a que a AMEN apenas facilita a instalação. As configurações do mesmos são da responsabilidade do cliente.”
Ou seja a Amen fornece o software mas não se responsabiliza por o manter actualizado nem actua para defender os seus clientes da acção de criminosos.
Se deseja usar o wordpress ou outro qualquer cms no seu site certifique-se que tem o controlo sobre todos os ficheiros ou então entregue o controlo a alguém cuja reputação dependa da qualidade do serviço.
Num caso destes, quando o serviço de alojamento não quer agir, a melhor coisa a fazer é seguir o exemplo do Wilson: mudar de fornecedor.
Um monopólio, o Google?
Esteve por um triz. Três horas, para ser preciso. As autoridades americanas deram, há um mês, uma data limite para o Google abandonar o acordo que lhe permitiria vender publicidade no Yahoo.
Se o Google pretendesse levar o acordo avante o departamento de justiça avançaria com uma acção antitrust ao Google, segundo declarações recentes de um dos advogados envolvidos no processo.
Três horas antes da hora limite o Google decidiu abandonar o acordo numa atitude sensata para evitar danos para a sua imagem. O acordo dar-lhe-ia controlo sobre a publicidade em quase 80% das buscas realizadas nos EUA, que ainda assim é inferior à quota do Google em Portugal.
7 Ferramentas para criar o seu cv no Google
Há algumas semanas respondi a um questionário de uma jornalista do Expresso sobre gestão da reputação pessoal nos motores de busca. Uma das perguntas era sobre ferramentas para criar um “cv no Google” e fiquei a dever a mim próprio uma entrada no blog sobre o tema, para posterior inclusão no e-book.
Se a sua intenção é a de maximizar os benefícios para a sua reputação registe-se nos serviöos aqui listados utilizando o seu nome e, se possível, também na url do seu perfil ou site. Se o seu nome inclui acentos, registe-se nalguns dos serviços com o seu nome correctamente escrito; noutros dispense os acentos.
As ferramentas que se seguem tanto o podem ajudar a gerir a sua reputação online como, usadas de forma menos correcta, poderão causar-lhe embaraços. Acima de tudo, use de bom senso e ponderação.
1. Redes Sociais
As redes sociais são, possivelmente, a forma mais imediata e comum de criar um perfil para os motores de busca. Note-se, porém, que as redes sociais são responsáveis por muitas dores de cabeça no que à gestão da reputação online diz respeito. É tudo uma questão de uso.
Se tem um perfil em sites como o hi5 ou myspace, cuja privacidade é diminuta, e este se encontra associada ao seu nome ou ao seu email corrente, reveja-o com atenção, desde a informação que partilha de si até aos perfis dos seus contactos.
Isso não quer dizer que as redes sociais não possam ser utilizadas para gestão da reputação nos motores de busca, particularmente se lhe permitem definir com exactidão a informação visível para cada grupo de utilizadores, incluindo aqueles que não estão registados.
O Facebook permite isso mesmo, e tem a vantagem de estar frequentemente bem posicionado nos resultados do Google. Se tem conta veja como editar uma listagem pública no Facebook.
2. Redes Profissionais
Redes sociais orientadas para profissionais, como o LinkedIn, são extremamente populares nalguns sectores de actividade e constituem uma forma de currículo online.
Se já tem conta no LinkedIn, visite a página do public profile settings para definir a informação acessível a motores de busca.
3. Sites de perfis
Existem sites que lhe permitem criar um perfil online onde poderá reunir toda a informação online sobre si: o mais promissor parece-me ser o Perfis do Google.
Dica: ao colocar links noutros sites para o seu perfil certifique-se que este aponta para um endereço google.pt em vez do google.com. Basta substituir .com por .pt.
4. Comunidades organizadas em torno de passatempos
São o equivalente online dos hobbies que listamos no nosso CV. Se acredita que os resultados dos seus hobbies poderão ajudar à sua imagem divulgue-os online associados ao seu nome:
- As suas apresentações powerpoint são frequentemente elogiadas? Partilhe-as online no slideshare.
- Orgulha-se dos seus gostos musicais e gostaria de partilhá-los? lastfm.pt.
- Tem jeito para o vídeo? Youtube e/ou vimeo.
- Fotógrafo amador? Flickr ou Olhares.
Para qualquer hobbie ou actividade existem centenas de plataformas ou comunidades disponíveis. Convém investigar as comunidades antes de aderir: tal como as pessoas, também os sites têm a sua própria reputação e por isso convém aderir àqueles cujo perfil mais se adequa ao nosso.
5. Microblogues
São uma forma de blogar mais acessível e rápida. Não são blogs nem requerem o esforço necessário para criar um e alguns podem até ser actualizados por telemóvel. Tumbr, Vox, Jaiku e Twitter, o serviço preferido do momento, são algumas das plataformas.
6. Blogues
Blogs continuam a ser a melhor forma de gerir a reputação online e surgir em primeiro lugar nos resultados para o seu próprio nome. Criam-se num instante e são fáceis de manter e actualizar. Requerem algum trabalho e compromisso, pelo que não serão indicados para todos.
Existem no mercado dezenas de serviços gratuitos como Blogger, Sapo blogs ou wordpress.com, onde poderá criar o seu blog na forma oseunome.blog.com.
Muitos oferecem mapeamento de domínio para quem deseja criar o seu blog no seu próprio domínio (oseunome.com.)
7. Páginas pessoais
Talvez tenha notado que esta lista está organizada por ordem de acesso/facilidade de uso e por alguma razão as páginas pessoais são ainda muito pouco populares. Por um lado, isso prende-se com a tecnologia; as ferramentas para construção de sites deixam bastante a desejar e são frequentemente voltadas para os intermediários. Por outro lado, a natureza estática destes sites faz com que estejam rapidamente desactualizadas e sem que que o autor, pouco literato tecnicamente, tenha ao seu alcance ferramentas para manter a informação actual ou adicionar novas páginas.
Todavia, uma nova geração de ferramentas como o Google Sites/Pages e alguns dos softwares gestores de conteúdos prometem tornar esta tarefa mais acessível. As páginas pessoais são uma ferramenta especialmente recomendada para profissionais independentes ou liberais.
Popups com efeito nefasto no posicionamento no Google?
De um momento para o outro 75% das visitas oriundas do Google desapareceram de um site de um colega. O site continua listado no Google, uma busca com o comando site devolve milhares de páginas, simplesmente, quando antes estava posicionado entre os primeiros resultados do Google foi agora remetido para as calendas gregas. O gráfico ilustra a descida abrupta:
O site não tem links escondidos nem se dedica a quaisquer outras práticas como keyword stuffing. Mesmo assim, em buscas que incluem o nome do site este surge depois de vários outros que redistribuem os seus conteúdos.
É para mim evidente que o site está sujeito a uma qualquer filtragem pelo Google e, ainda sem uma análise detalhada do site, as popups surgem como o principal suspeito.
Porque não gosta o Google de popups?
É sabido que a maior parte dos utilizadores não gosta nada de popups. São intrusivas, inoportunas e fechadas assim que conseguimos acertar com o rato no botão para fecho da janela. Se as popups são más para os utilizadores são más para o Google que fica mal na fotografia. Mais, o adwords do Google proíbe os seus anunciantes de incluírem popups nas landing pages dos seus anúncios.
Não que seja relevante para o caso mas popups deste site, entretanto removidas, eram especialmente intrusivas porque ultrapassaram as defesas do Firefox. Já no Chrome não. O Chrome é uma das minhas pista enquanto fonte do Google: desconfio que o Google use a informação do navegador (removida de qualquer informação privada) para detectar situações como esta.
Outras pistas incluem informação recolhida pelos bots, revisões manuais ao site ou uma filtragem transversal a todos os sites que tenham o widget da motigo. O que o Google de certeza não usa são os dados cedidos voluntariamente pelos webmaster, como sejam as estatísticas do Google Analytics.
Atenção aos widgets
No caso particular a popup estava associada a um widget, da motigo. Estas popups são muitas vezes uma surpresa para os admnistradores dos sites que não sabem da sua existência: as popups não são servidas aos visitantes regulares do site nem surgem de imediato com a colocação do widget.
Os bloggers que usam destas ferramentas devem verificar regularmente se o seu site emite popups, que não só podem colocar em causa o posicionamento no Google como irritam e mandam embora os visitantes. Para o fazer terão de limpar todos os cookies e a cache e/ou visitar o site ou usar de um navegador diferente daquele que usam regularmente.
Um agradecimento ao Google
Provavelmente já sabem o que acontece quando o Google encontra sites a distribuir malware ou vírus: os resultados são acompanhados de um alerta aos utilizadores, como aconteceu em tempos com o site do psd:
Foi o que sucedeu a um site brasileiro, cujo responsável me contactou na terça-feira à noite. Na quarta dei-lhe instruções para repor todos os ficheiros afectados pelo invasor e depois me avisar. Foi já na madrugada da quinta-feira que submeti o pedido de revisão.
Para meu espanto, ao final da tarde de ontem já o alerta havia desaparecido, excepto para uma página que ainda permanece infectada (devidamente sinalizada na consola webmaster).
O rapidez do Google foi espantosa e merece ser elogiada, tanto mais que os seus clientes são os utilizadores e nada deve aos webmasters. Excepto, claro, boas relações públicas.
Quais os melhores formatos para anúncios do Adsense?
A equipa do Adsense Português está a publicar uma série de 3 vídeos para optimização (eles dizem otimização) do Adsense.
O primeiro vídeo (abaixo) já está em linha e responde às dúvidas habituais sobre os melhores formatos de anúncios:
Sempre que alguém pergunta quais são os melhores tamanhos de bloco de anúncio, nós indicamos esses três:
* 300×250 - retângulo médio
* 728×90 - cabeçalho
* 160×600 - arranha-céuEsses modelos comprovadamente trazem melhores resultados, tanto para editores como para anunciantes. Os anunciantes preferem esses formatos, por isso, se você permitir a exibição de anúncios de todos os tipos, você verá que os anunciantes segmentarão campanhas para seus sites com mais freqüência.
Por anúncios de todos os tipos leia-se anúncios de texto, imagens e vídeo. Nestas coisas o melhor é mesmo confiar no mercado, o Google escolhe sempre quem paga mais.
Outras Entradas Recentes
[Lista completa de entradas]- O SEO de Obama
- Uma Visão Anacrónica
- A Teoria e a prática
- Mau serviço como táctica de link building
- Como Procurar na internet
- Recebeu um Cupão oferta do Google Adwords? Não há dinheiro grátis
- O Google faz bem ao cérebro?
- O Zé no WP
- Os blogues não têm lições de ética a receber da imprensa
- Spammers “marcados” nos resultados de busca do Yahoo
- 10 anos de Google. Como serão os próximos 10?
- URL dinâmicas ou estáticas?
- Vagina (Serviço Público)
- Promoçao através de acontecimentos populares
- Nofollow: um mal necessário?
- E-Traffic Manager
- Foi um twit que lhe deu
- Google Chrome, o browser em cartoons
- Está o Google a tornar-nos estúpidos?
- Usar o Google para saber se um site tem links escondidos














