Ainda se lembram do Quaero?
A comScore acaba de publicar o seu último estudo sobre o mercado de busca na Europa. Os resultados não deixam margens para dúvidas: quase 80% (ver quadro abaixo) das buscas dos europeus são efectuadas no Google (em Portugal o Google terá 94%) . Pior, o segundo site mais utilizado para procurar é um site de leilões com 3% das buscas.
E o Quaero, por onde anda o motor de busca europeu? Chama-se Exalead e da última vez que deu sinal de si liderava a corrida dos motores de busca alternativos.
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O Google faz acordos para inclusão no seu índice?
A pergunta é meramente retórica, o Google sempre proclamou alto e bom som que a inclusão no seu índice é livre e independente. Por outras palavras, ninguém senão o próprio Google poderá garantir a inclusão ou reclamar legitimamente qualquer influência directa nos resultados.
Poderá então uma multinacional de directórios para empresas argumentar com um acordo de colaboração existente com o motor de busca Google? Pelos vistos pode e fá-lo com à vontade. A não ser, claro, que o Google faça qualquer coisa para o impedir.
Um qualquer pequeno empresário seria imediatamente apagado dos SERPs mal se atrevesse a conquistar alguma atenção. Será a mão do Google igualmente severa com uma multinacional?
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Cuidados com links externos
Há algumas semanas perguntei a um blogger que sigo porque tinha sido o seu site banido do Google, se ele o sabia. Respondeu-me que tinha recebido um alerta na consola webmaster do Google - algum cracker tirou partido da instalação WP desactualizada e injectou uma série de links. Limpou o website e está de regresso ao índice, com sitelinks.
Há muito que se sabe que sites e páginas podem ser penalizados por ligarem para sites de spam, malware ou simplesmente vender links. Nesta discussão (via) um googler alerta para templates que distribuem links de rodapé, escondidos e até para sites de malware, muitas vezes disfarçados.
Muitas das vezes o Google o Google tolera a presença de alguns destes links porque assume o webmaster e blogger como inocente - apenas parte dos bloggers estão familiarizados com lado menos claro do SEO.
A recomendação é para linkar para sites que contribuem para enriquecer a experiência dos nossos visitantes. Da mesma forma que os nossos visitantes apreciam recomendações de visita que acrescentam valor à sua navegação também os motores de busca valorizam bons links externos.
Como não fazer cybersquatting
Aparentemente, Manuela Ferreira Leite “tem” um site, a correr em wordpress, com anúncios do Google e banners afiliados:

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Definições de Optimização para Motores de Busca
Todos sabem, ou quem lê o Marketing de Busca saberá, o que é otimização para motores de busca. No entanto, será o leitor capaz de a definir?
Este fim de semana, após algumas leituras interessantes, dei por mim a questionar a minha própria definição, e estou ainda no processo de assentar ideias. Optimizar para os motores de busca é hoje, para mim, um conceito mais abrangente do que o era há uma semana atrás.
Antes de avançar com a minha perspectiva vou recorrer à sabedoria das multidões: desafio os leitores do Marketing de Busca a contribuirem com as suas próprias opiniões.
O que entende por optimização para motores de busca? Como é que a optimização entra no seu trabalho, no dia a dia ou nos seus tempos livre (alô bloggers). Tem-na por uma bênção ou como uma maldição? Uma tentação? Preferiria que os motores de busca fossem indiferentes à optimização?
Convido-o a partilhar as suas respostas no espaço dos comentários ou no seu próprio blog. Na próxima semana citarei aqui as respostas, as quais desde já agradeço.
A venda de links chega ao The Economist
O David Naylor descobriu esta semana o The Economist a vender links na página principal, página essa com um PR 8:

Nas páginas interiores os anúncios que surgem são de facto classificados, não os que se vêem acima. O único propósito destes links é o de influenciar os algoritmos dos motores de busca.
Confiariam os leitores da revista nas escolhas e julgamentos dos jornalistas da The Economist se a soubessem “trying to game the system” (sic)? Pela parte que me toca, não deixarei de a apreciar por causa desta “ofensa”, e a verdade é que Mais de 99,9% dos seus leitores jamais se aperceberão sequer da transacção.
…até que o Google os separe (Continue a ler esta entrada)
Marcas registadas no Adwords
A política de marcas do Adwords estipula “If the advertiser is using the trademark in ad text, we will require the advertiser to remove the trademark and prevent them from using it in ad text in the future” e requer que haja iniciativa de queixa por parte do detentor da marca.

O que dizer de um simulacro de uma URL como é o caso deste anúncio de vídeos?
WHOIS nos Resultados
Aqui está outra inovação recente do Google que não será lá muito do agrado de alguns webmasters (via):

Não serão os prós a utilizar esta nova funcionalidade; têm já os seus atalhos e ferramentas de eleição (quando não desenvolvem as suas próprias).
São antes os leigos que provavelmente deixarão de visitar os sites que optimizaram para os resultados em favor do parceiro de circunstância do Google.
Parceiro este que disponibiliza (imagem) as suas ferramentas para aqueles que pretendem acesso directo.
Street View chega ao Google Earth
O Google lançou esta semana a versão 4.3 do Google Earth.
Entre as novidades contam-se o polémico Street View e a presença de mais cidades e localidades em 3D, como sejam o caso das portuguesas Lisboa e Marvão. Esta nova versão promete horas de exploração virtualç e está localizada no português europeu.
Actualizado o plugin Partilhar - versão 1.4.1
A versão 1.4.1 do plugin Share This - Partilhar está online desde o fim de semana, com duas novidades:
- Desactivei alguns dos serviços menos utilizados e adicionei novos serviços portugueses e brasileiros. Adicionei ainda o Facebook e o Reddit/PT. Obrigado a todos os que contribuiram com sugestões.
- Alguns dos serviços que se podem ver na captura abaixo estão desabilitados no código e terão de remover os comentários antes de os activar. Desta forma deixo ao critério dos bloggers a escolha sobre os serviços que lhes oferecem valor.
Na versão que disponibilizo estão activos 12 dos serviços que se podem na imagem. Comentários e eventuais correcções serão naturalmente bem vindos.
Tráfego defensivo
Muitas das minhas buscas mais simples, faço-as na barra de endereço do firefox, o que significa que normalmente não vejo páginas de resultados destas - sou redireccionado para a primeira página nos resultados. Hoje, usei um computador diferente, e notei isto:

(Para os curiosos, outros truques que podem fazer com o Google e até com o Sapo.)
Para os utilizadores que, como eu, apenas pretendem saber as horas esta informação é preciosa: dispensa um clique, uma breve análise aos resultados e a procura, na página de destino, do local onde se encontra a informação que pretendemos.
Para o webmaster do site esta inovação do Google deve ter sido um dos seus piores pesadelos: de um momento para o outro uma percentagem relevante dos seus cliques desapareceram. Isto acontece porque estes sites foram sobretudo criados para satisfazer os resultados de busca; ie, criados para o Google. E estão por isso sujeitos aos caprichos do Google: sempre que o Google veja utilidade e valor em desintermediá-los, fá-lo-á.
Duas lições se podem extrair: 1) criar sites para os resultados é hoje uma estratégia arriscada, de curto prazo e, necessariamente, de monetização rápida. 2) A melhor defesa é o ataque: a longo prazo impõe-se o desenvolvimento de uma estratégia de marketing na internet e agir quase como se o Google não existisse. Quanto maior o sucesso desta estratégia maior será a relevância nos SERPs.
(O título foi corrigido
)
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